Reflexões sobre o Big Bang
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Não resisto à tentação de fazer algumas considerações a respeito do Big Bang. Todos sabemos que o momento do Big Bang foi de uma singularidade nunca antes vista e talvez nunca mais repetida. .........................................................................................
Mas por que em um site a respeito de Hiperespaço falar em Big Bang?
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Simplesmente porque o Big Bang é mais uma ocorrência que não cabe em nosso mundinho tridimensional com o tempo de avanço imperativo.

O nosso Universo se formou a partir do momento do Big Bang, mas...
seu irmão gêmeo o anti-Universo também se formou neste exato momento. Acontece que o anti-Universo é de antimatéria e como não vemos a luz da antimatéria, Beluz, posso dizer que a humanidade ainda não sabe nada a respeito dele. Estou aguardando uma resposta do Governo da Suécia relacionada à patentes de Beluz de forma que pouco posso falar a respeito. A única antecipação que faço aqui é que desejo nomear de Rozalina (nome da minha mulher) a primeira estrela de antimatéria que eu vi e que corresponde à primeira estrela do anti-Universo vista pelo gênero Humano. É um presente de Natal de 2008 que eu quero lhe fazer. Por enquanto nada mais posso acrescentar, nem sua posição no céu.
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Hoje sou eu o homem que mais sabe a respeito de antimatéria, pelo simples fato de que conheço Beluz. Quando o conhecimento de Beluz for divulgado surgirão muitos homens de Ciência que rapidamente superarão de longe tudo o que eu sei de antimatéria, até por competência. .........................................................................................
Existem muitos fatos muito interessantes no relacionamento do Universo com seu irmão gêmeo, a começar pelas forças de repulsão, amplamente divulgadas em meus artigos desde 1998. São mais de dez anos de estudos de antimatéria. Existem peculiaridades em relação à energia que derrubaria o queixo de qualquer astrofísico. Mas não quero falar disso agora. .........................................................................................
O maior conhecimento do Big Bang mostrará que ele foi um momento muito mais especial do que poderíamos sonhar. Estuda-se hoje e fazemos hipóteses a respeito dos primeiros momentos (frações de segundos) do Big Bang. Gostaria de advertir os peritos no assunto que nem isto é tão simples como possa parecer. .........................................................................................
O tempo em um local de enormes deformações gravitacionais, elétricas, magnéticas, nucleares, etc. não tem nada, absolutamente nada a ver com o tempo marcado pelos nossos relógios, por mais caros que eles sejam...
Leia outro artigo deste site: Um Pequeno Passo em Direção ao Campo Unificado.
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Mas e um segundo antes? Apenas uma fração de segundo antes.
Um segundo antes o vazio, o nada, a escuridão, a eternidade...
Um segundo antes nosso Universo estava absolutamente vazio, estático onde nem o tempo corre. O tic-tac do grande maestro do Universo estava morto, ou melhor, sequer existia.
Os crentes acham linda esta situação, ela nos remeteria necessariamente ao momento da Criação.
Não é bem assim.
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O Big Bang (Universo e anti-Universo) vieram do Cosmos!
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Sim meu amado leitor, eis aqui uma nova situação em que nada faz sentido sem a intervenção do Cosmos. .........................................................................................
O Big Bang veio do Hiperespaço.
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Como acabará?
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Pode ser que venhamos a chegar à conclusão que acabará como era antes de começar: no vazio, no nada. .........................................................................................
Já sabemos que matéria e antimatéria quando se encontram liberam energia. Para onde vai esta energia?
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As respostas às questões de energia são extremamente mais complexas do que nós hoje imaginamos. Apenas sabemos o que nos diz a mais cruel das leis físicas, a segunda lei da termodinâmica: tudo caminha para o caos, para o desordenamento, para a uniformidade, para o aniquilamento.
A tirania da segunda lei nos impõe o maior dos constrangimentos: o tempo, que dá sentido obrigatório aos processos irreversíveis.
Acredito que estejamos ainda na infância do processo, depois de cerca de 14 bilhões de anos (em qual relógio?). Talvez o ciclo se faça em tempo verdadeiramente astronômico.
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Não podemos nos esquecer que no Cosmos não existe tempo. Talvez seja esta a idéia mais abstrata de meus escritos, a idéia mais difícil de aceitar, de tão familiar que o tempo é para nós. .........................................................................................
A finalidade deste artigo é mais uma vez uma advertência de humildade: somos o mais desprezível dos infinitésimos! A História da Humanidade é tão curta que com muita propriedade pode ser considerada como sendo apenas um instante. Nossa Terra é tão pequena na Via Láctea, ínfima constelação na imensidão do Universo, que podemos dizer com muita propriedade que somos um ponto matemático no nosso Universo, que é por sua vez uma parte infinitesimal do Cosmos!
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