Aurora de uma Nova Era
Índice
...........................................................
Este artigo foi enviado para a Royal Society.
Onde recebeu o ID=RSPA-2008-0324. Embora
não tenha sido aprovado para publicação, o autor
se sente muito honrado e profundamente
grato pelo simples fato deste artigo ter
sido examinado e avaliado pelos editores da mais
importante Academia de Ciências do Mundo,
fundada em 1660 teve entre seus membros alguns
dos mais importantes nomes da História da Física.
.........................................................................................




Inspira-me, ó Musa, para que eu possa revelar ao gênero humano os segredos do Hiperespaço. Sei que ele carrega o poder do fogo do mitológico Prometeu. Tenham os homens, desta vez, mais sensatez e humildade. Imploro à suprema divindade o perdão, para que eu não seja castigado como Prometeu que nenhum mal praticou, além de ensinar aos homens o segredo do fogo; não para o mal, mas para seu benefício. .........................................................................................
É impossível exagerar a importância da compreensão do Hiperespaço. O conhecimento do Hipespaço é mais importante para a História da Humanidade do que o domínio do fogo. .........................................................................................
Se tomarmos quatro pés de madeira, algumas tábuas cortadas na medida certa, um punhado de pregos, não temos uma mesa. Para que tenhamos uma mesa é preciso um pouco mais. É preciso que ela esteja montada. É preciso que os pés, as tábuas e os pregos formem um novo conjunto. Este novo conjunto tem propriedades que nenhum de seus componentes tinha. Podemos sentar e confortavelmente tomarmos uma refeição usando a mesa montada. Ela pode ser usada para tomarmos nossas refeições, realidade muito distante de qualquer uma de suas partes. .........................................................................................
Espaços de n dimensões já eram conhecidos no século IXX. Mostram sua força nos estudos de Tensores. Mas eram quase uma curiosidade matemática, completamente abstrata e inútil porque não tinham nada a ver com nossa realidade. As regras dos Espaços Vetoriais funcionam perfeitamente bem em espaços de n dimensões e ainda assim não temos sequer como fazer uma figura em um sistema Cartesiano de Quatro Eixos mutuamente ortogonais. .........................................................................................
Faltava ainda alguma coisa, faltava montar os conceitos. .........................................................................................
A descoberta do Hiperespaço consiste na descoberta de que estamos mergulhados no Hiperespaço e presos em três dimensões. Quando nos damos conta de que o que existe é o Cosmos (infinitas dimensões) tudo muda de sentido. Começamos a compreender o significado de muita coisa que antes não podia ser examinado pelos olhos da Ciência. A Ciência pode estender seu olhar pela Religião, ou por verdades que as religiões nos ensinam há milênios.
A Filosofia passa a ter novos desafios a encarar.
Temos até que mudar a maneira com que vemos os animais.
.........................................................................................

Mais uma vez o Homem fica menor e mais insignificante. .........................................................................................
Sobretudo muda a própria maneira de fazer Ciência. .........................................................................................
A Física Quântica nasce da descoberta de que o elétron pode apenas assumir certos níveis bem definidos de energia em sua órbita ao redor de um núcleo de Hidrogênio. Daí a palavra quântica de quatum do Latim. Isto não significa de maneira nenhuma que haja uma unidade de Energia mínima ou coisa assim. Apenas que certos níveis de energia correspondem a valores estáveis, quaisquer outros fariam com que o elétron irradiassem. O elétron irradia exatamente o excesso de energia possuída para se encaixar nos níveis de energia permitidos. Muitas são as implicações deste simples fato observável na Natureza. As conseqüências, às vezes estranhas são chamadas em seu conjunto de Física Quântica. .........................................................................................
A Física Quântica é a Física da incerteza, suavemente chamada pelos matemáticos de Física da Estatística. As probabilidades escondem nossa ignorância. .........................................................................................
Vou lhe propor uma imagem. .........................................................................................
Imagine um homem que só possa olhar para o chão. .........................................................................................
Ele só pode ver os pássaros pelas suas sombras no chão. .........................................................................................
Com o tempo ele reconhecerá a sombra da pomba e a sombra do falcão. Como ele poderá saber se o falcão apanhará a pomba, olhando somente para o chão?
.........................................................................................

Não há como. Falta-lhe a informação da altura. .........................................................................................
Com o tempo ele fará suas estatísticas. .........................................................................................
Quando a trajetória da sombra do falcão avançar em direção a sombra da pomba com determinada velocidade, etc. haverá uma grande chance de colisão. .........................................................................................
Isso será tudo o que ele poderá afirmar. .........................................................................................
Por que?
.........................................................................................

Porque falta informação. .........................................................................................
A incerteza da Física Quântica nasce do nosso desconhecimento do que ocorre além das três dimensões. Talvez um dia o Homem consiga determinar condições além de nossas três dimensões e as incertezas desaparecerão. Até lá ele terá que mudar sua maneira de fazer Ciência. Nem sempre um mais um serão dois, mas nós saberemos o porquê. .........................................................................................
A descoberta da multidimensão do tempo (tão óbvia) revoluciona completamente a própria idéia de tempo. .........................................................................................
Tudo é presente. .........................................................................................
Embora, mais uma vez, estejamos presos em uma única dimensão de tempo de avanço imperativo. Para um ser que não tenha as limitações da Matéria é possível ver o momento do nosso nascimento e estendendo o olhar, ver o momento da nossa morte. .........................................................................................
Algo mais do que a matéria, em nossa natureza humana se torna imprescindível para explicar a premonição. Agora perfeitamente aceitável uma vez que tudo é presente, a limitação é apenas da matéria. Alguma coisa em nós não material pode ver o futuro próximo. Isto está comprovado cientificamente. Os cães sabem quando seus donos estão voltando para casa. Mesmo que isto pareça impossível; está comprovado cientificamente. Então os cães, e por extensão, os animais tem algo mais além da matéria. Temos que ver com outros olhos as verdades que nos ensina o Budismo. E... os animais. .........................................................................................
Muitas descobertas fantásticas aguardam o gênero humano. .........................................................................................
A descoberta do Hiperespaço fecha, no mundo Acadêmico a Era do materialismo. Os homens de Ciência terão que conviver, daqui por diante, com as incertezas do Cosmos, hoje totalmente desconhecido. Existem especulações antigas de contribuições de seres extraterrestres, existem indagações de como povos antigos obtiveram conhecimento que eles não tinham a menor condição de obter. Construir por orientação do desconhecido. .........................................................................................
Os gregos clássicos diziam que os Matemáticos, os Poetas e outros homens de Ciência produziam seus trabalhos por possessão dos deuses. Hoje o espiritismo nos ensina que podemos psicografar. São explicações muito semelhantes em bases muito diferentes. Conheço um relato de um grande poeta da língua Portuguesa que dizia que quem escrevia não era ele. Que quando a inspiração vinha ele se sentava com uma folha de papel e algo para escrever e quando voltava a si estavam escritas no papel coisas lindas cuja origem ele não conseguia compreender bem. A insulina foi descoberta em sonho. E quantos avanços científicos não foram feitos assim e nós os chamamos de forma pueril, de "inspiração". Pode ser que realmente estejamos recebendo orientação do Cosmos. Eu sempre humildemente me intitulei mensageiro, com a consciência de que transmito uma mensagem que não me pertence. Eu me vejo muito mais como um profeta do que como cientista. .........................................................................................
Basta aprender Hipergeometria para começar a investigar o Hiperespaço. .........................................................................................
Apenas como aperitivo, a fim de mostrar a utilidade dos conceitos do Hiperespaço, vamos examinar as forças de campo. .........................................................................................
Nada atiça mais a curiosidade dos homens de Ciência do que as forças. .........................................................................................
Nada é mais instigante, nada mais desafiador... .........................................................................................
A definição clássica de força diz: força é toda causa capaz de produzir ou alterar movimentos e/ou deformar corpos. .........................................................................................
Albert Einstein estudou muito a força gravitacional. Einstein disse que o campo gravitacional deforma o espaço. Infelizmente ele não conhecia Hipergeometria e nem Hiperespaço de forma que não pode formular este conceito matematicamente. Falar de deformação do nosso espaço nos remete pelo menos à quarta dimensão. Aliás, ele passou grande parte de sua idade madura em busca da Teoria do Campo Unificado. Tenho a certeza de que este estudo será mais uma contribuição neste sentido. .........................................................................................
O Professor Lev Davidovic Landau em "Teoria de Campo" descreve muito bem as forças de campo. Pelo fato, de como europeu ser exímio matemático, ele formulou seus conceitos através de uma Matemática para poucos. Entretanto a Matemática nada mais é do que um modelo. Um limitado modelo com o qual procuramos descrever um fenômeno físico. Não podemos nos perder nos labirintos matemáticos, porém não podemos também prescindir de sua ajuda. Que ela esteja presente na justa medida, como diria São Tomás. .........................................................................................
Eu lhes digo: toda força deforma o espaço, toda força é efeito de campo. .........................................................................................
Mas vamos começar pelo começo. .........................................................................................
Vamos analisar apenas duas forças de campo: a força elétrica e a força gravitacional. As equações para ambas são exatamente iguais a menos de uma constante. .........................................................................................
Vamos falar um pouco da força elétrica ou eletrostática. .........................................................................................
Existe para a Eletrostática dois tipos de cargas: carga positiva e carga negativa. Podemos eletrificar muitos materiais por simples atrito. É a tribo eletrificação. Fazendo experiências com materiais eletrificados (o primeiro foi o âmbar) descobrimos logo que existem dois tipos de eletrificação correspondentes aos dois tipos de cargas elétricas. Com o pêndulo eletrostático que consiste em um pedacinho de miolo de sabugueiro suspenso por um fio finíssimo que se carrega ao tocar em um material eletrificado podemos descobrir os axiomas básicos de toda a eletrostática, que são:
.........................................................................................

  • Cargas iguais se repelem.
  • Cargas contrárias se atraem. .........................................................................................
    Com estes princípios e mais a equação fundamental da Eletrostática:
    .........................................................................................




    podemos desenvolver todo o estudo da Eletrostática. .........................................................................................
    Com a ajuda do Hiperespaço eu teria alguma coisa a acrescentar, vamos ver a equação de campo de uma carga q. .........................................................................................



    Onde F e E são vetores. .........................................................................................
    Do ponto de vista do Hiperespaço o campo E deforma nosso Espaço tridimensional, uma deformação na quarta dimensão, fazendo que haja uma perturbação quase geométrica junto à carga q. .........................................................................................
    Vamos explicar um pouco mais como seria esta perturbação. .........................................................................................
    Considere uma mesa de jantar comum. .........................................................................................
    Coloque sobre ela uma toalha de jantar. .........................................................................................
    A toalha sobre a mesa é bastante aproximadamente um plano. .........................................................................................
    Considere três pontos sobre a toalha. .........................................................................................
    Podemos traçar um triângulo unindo estes pontos e verificar neste triângulo todas as propriedades dos triângulos que aprendemos na Geometria Euclidiana. .........................................................................................
    Coloque agora uma avelã sobre a mesa e sob a toalha. .........................................................................................
    Olhe agora para a toalha. .........................................................................................
    O plano da toalha tem uma perturbação onde se encontra a avelã. .........................................................................................
    Uma formiguinha (animal essencialmente bidimensional) anda pela toalha e talvez não perceba a perturbação da avelã. .........................................................................................
    Vamos considerar uma formiguinha geômetra. Uma formiguinha com sólidos conhecimentos de Geometria Euclidiana. Por uma eventualidade nossa formiguinha geômetra traça um triângulo sobre a tolha de tal forma que um dos lados do triângulo repousa sobre a perturbação da avelã. .........................................................................................
    Coitadinha da formiguinha!
    .........................................................................................

    Certamente ela não conseguirá verificar neste triângulo as propriedades geométricas que ela conhece. .........................................................................................
    O mesmo acontece conosco em relação aos Campos. Albert Einstein já nos falava que o Campo Gravitacional deforma o Espaço. .........................................................................................
    Aparentemente, para nós, nada aconteceu. No entanto... certas coisas estranhas acontecem. O simples fato de a luz se desviar na região de um grande Campo Gravitacional (fato científico comprovado) nos prova que alguma coisa estranha está acontecendo. .........................................................................................
    Sim, Einstein tinha razão: o Espaço se deforma pela ação do Campo Gravitacional. .........................................................................................
    Eu lhes digo: o Campo Elétrico também deforma o Espaço. .........................................................................................
    Mas eu não preciso da prova disso. .........................................................................................
    Sabemos apenas que cargas elétricas de sinal contrário se atraem. Do ponto de vista do Hiperespaço as deformações contrárias das cargas de sinal oposto faz com que apareça nelas uma força de atração enquanto que uma deformação no mesmo sentido nos faria observar uma força de repulsão. Ainda do ponto de vista do Hiperespaço, vendo na quarta dimensão e atribuindo na quarta dimensão um Eixo Cartesiano E diríamos que uma carga positiva provocaria uma deformação no sentido positivo do Eixo E e uma carga negativa provocaria uma deformação no sentido negativo do Eixo E. Temos assim a representação do que acontece no Espaço (em quatro dimensões) nas proximidades de uma carga elétrica. .........................................................................................
    A primeira generalização que aprendemos usando o Hiperespaço é que: uma força de campo deforma nosso Espaço tridimensional. .........................................................................................
    Ganhamos com isso um novo modelo Físico: As forças de campo provocariam deformação no nosso Espaço tridimensional e as forças estariam associadas a esta deformação. .........................................................................................
    Até aqui o modelo parece de pouca utilidade. .........................................................................................
    Vamos agora examinar a força gravitacional. .........................................................................................
    A equação da gravitação universal pode ser escrita:
    .........................................................................................




    Esta equação é exatamente igual, como já dissemos, a equação da Eletrostática. .........................................................................................
    Podemos até escrever a mesma equação de campo como no caso anterior:
    .........................................................................................




    Como sabemos, o nosso peso P é igual nossa massa m vezes a aceleração da gravidade g. Esta equação é muito conhecida. .........................................................................................
    Já sabemos que o Espaço nas proximidades do objeto de massa M é deformado pela ação da gravidade. .........................................................................................
    Vamos chamar de Eixo G o eixo Cartesiano Ortogonal aos nossos três Eixos de nosso Espaço tridimensional. .........................................................................................
    "Quid prodest?" Para que? diriam os romanos. .........................................................................................
    Visto do Hiperespaço nossa intuição começa a ser estimulada. Nosso Sol deforma o Espaço tetradimensional com uma deformação no Eixo G da quarta dimensão no sentido positivo. .........................................................................................
    Ótimo!
    .........................................................................................

    O que provocaria uma deformação no sentido negativo?
    .........................................................................................

    Olhando a equação da gravitação universal é quase que intuitivo dizer que uma massa negativa causaria uma deformação negativa no nosso Espaço. .........................................................................................
    Excelente!
    .........................................................................................

    Como seria a força pela interação gravitacional de uma massa negativa com uma massa positiva?
    .........................................................................................

    A resposta grita: Repulsão!
    .........................................................................................

    Vamos agora entender o significado Físico de nossas elucubrações matemáticas. O que poderia ser uma massa negativa?
    .........................................................................................

    Pura especulação: a antimatéria. .........................................................................................
    Chegamos então à conclusão que a antimatéria deve repelir a matéria. .........................................................................................
    Faz todo o sentido. .........................................................................................
    Matéria e Antimatéria não podem coexistir juntas. Após o Big Bang a única forma de preservar a matéria recém formada da antimatéria, também recém formada é que elas se repelissem e longe uma da outra pudessem manter a estabilidade e a própria existência. Em todas nossas experiências de laboratório a "criação" de um elétron é sempre acompanhada da "criação" de um pósitron (antielétron). Esta e outras experiências nos levam a concluir que após o Big Bang muita antimatéria deva ter sido criada. Tudo nos leva a crer nisso, mas onde estaria a antimatéria?
    .........................................................................................

    A minha resposta seria: no mesmo Universo em que estamos, porém afastada de nós por forças de repulsão. .........................................................................................
    Pensando nisso escrevi um artigo a respeito. Este artigo foi registrado nos primeiros dias de julho de 1998, no Cartório de Títulos e Documentos de São José do Rio Preto e portanto antes do funcionamento do VLT (Very Large Telescope) no Chile. Os primeiros trabalhos realizados no VLT, no segundo semestre de 1998 mostraram, contrariando o pensamento de toda a comunidade científica na época, que o Universo está em expansão que aumenta a velocidade a cada momento. Em janeiro de 1999 a revista Americana SCIENTIFIC AMERICAN em uma reportagem de três artigos, baseados nos trabalhos recém feitos no VLT, anuncia ao mundo que a velocidade de expansão do Universo aumenta e não diminui, como antes se pensava. Este fato contraria a Lei de Gravitação Universal devida a Newton como é conhecida. Uma generalização da Lei da Gravitação é necessária. Até o momento não conheço nenhuma proposta neste sentido. Tentei muito, mas em vão publicar este artigo, ainda atual pelas novidades que contém mesmo dez anos após ter sido escrito. Você o encontrará neste site. .........................................................................................
    Finalmente, para lhes provar que o conhecimento chega à mente de alguns escolhidos como um dom vou lhes falar de coisas das quais eu não tenho a menor possibilidade de demonstrar, não tenho instrumentos através dos quais fazer estas descobertas, não vi, não ouvi. Apenas quero mostrar que a Ciência avança com o Conhecimento intuído. Talvez assim você entenda o porquê da invocação à Musa no começo deste artigo. .........................................................................................
    Os sábios procuram provar o que de antemão já sabem. .........................................................................................
    Existem em cada galáxia de antimatéria bilhões de sois que irradiam beluz (veja neste site) fervilhando a milhões de graus Kelvin... negativos!
    .........................................................................................
    .

    Índice