Agradecimentos
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Aos 8 dias do mês de janeiro e do ano de 2008, eu recebi da "American Biographical Institute" o convite para que eu lhes mandasse os meus dados biográficos para figurar em uma obra com menos de mil nomes entre as "Great Minds of the 21st Century".
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Colocar-me em uma galeria com Albert Einstein, Professor Stephen Hawking, Mark Twain, Dr. Martin Luther King Jr., Dalai Lama, Mahatma Ghandi, Mother Theresa, Maya Angelou, Prime Minister Margaret Thatcher e John F. Kennedy me parece quase um sacrilégio. São nomes que pronuncio com reverência, veneração e respeito. São personagens sagradas dos últimos cem anos.
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Mas quem sou eu para julgar os critérios do "American Biographical Institute"? Um Instituto onde certamente trabalham pessoas extremamente competentes. Tenho absoluta consciência de que não tenho qualificações para julgá-los. De minha parte, portanto, me basta abrigar-me na humildade e compreender que meu trabalho é apenas uma pequena parte da grande obra da humanidade. Neil Amstrong compreendeu isso muito bem quando disse ao pôr o pé na Lua: "Um pequeno passo para um homem, mas um gigantesco salto para a Humanidade".

Na minha terra natal, tive apenas o reconhecimento heróico e carinhoso de uma revista dirigida aos radioamadores: ANTENNA. Em minha terra natal as revistas de divulgação científica me receberam sempre com indiferença e desdém. Isto faz a gente se sentir um lunático escrevendo a respeito de assuntos que ninguém conhece. Não posso reclamar, nem Jesus (pelo menos um dos gênios do gênero humano) foi reconhecido em sua terra.
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Exatamente este fato me faz escrever este agradecimento explícito e público ao grande povo americano. A faculdade que freqüentei já foi um dom deste povo ao meu querido Brasil, através do programa USAID. Estudei em livros americanos, pratiquei em laboratórios equipados com máquinas americanas, e até nosso computador, um IBM 1620, foi presente da Fundação Ford. Professores americanos vieram para cá para formar nossos primeiros alunos e futuros mestres. Estudei em inglês, usando o sistema de medidas americano. Fiz estágio na GM, onde me destaquei e chamei pela primeira vez a atenção dos nossos irmãos do Norte. Eles queriam me levar, a todo o custo para o GMI, General Motors Institute, em Detroit. Fiz a opção de ficar no Brasil consciente de que me faltariam todos os recursos e sobrariam solidão, dificuldades e incompreensão. Esta foi minha vida científica.
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Mas a obra não está acabada. Selarei meus ouvidos com cera, como fizeram os marujos de Ulisses, para não sucumbir aos cantos das sereias das vaidades. Sei que agora enfrentarei o canto das sereias. Tenho plena consciência da importância que tem para a Humanidade os objetos de meus estudos. Tenho que aceitar o reconhecimento não a minha pessoa, mas a um novo portal do conhecimento humano de onde se avistam horizontes nunca antes sonhados. Tenho a certeza que brevemente estes trabalhos se tornarão conhecidos e receberão o justo reconhecimento por parte da comunidade científica. Raramente um prêmio Nobel foi tão adequado para prestigiar conhecimentos que podem resgatar até a sobrevivência da humanidade. Raramente um reconhecimento foi tão necessário depois de tantas décadas de insensatez.
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Tenho a plena consciência que pormenores não podem cair nas mãos daqueles que não amam a Liberdade e a Democracia. O poder econômico e militar que estes conhecimentos trazem é enorme. Peço perdão ao meu leitor por estas omissões. Sei que eventualmente estes conhecimentos serão mal usados. Faz parte da saga humana.
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Aproveito para agradecer também a Royal Society, por ter me dado a atenção. Por ter publicado um apimentado artigo de minha pena.
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Aos 6 de março de 2008 um novo convite. Agora do International Biographical Centre, Cambridge, England. Fui convidado a mandar meus dados biográficos para figurar na publicação "2000 Outstanding Intelllectuals of the 21st Century Awards Programme". Quero mais uma vez demonstrar publicamente minha profunda gratidão.
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Mas isto ainda não era tudo.
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Aos 27 de março de 2008 recebi a indicação e o convite para fazer parte do próprio conselho diretor do IBC. Como Deputy Director General devo indicar nomes cuja biografia tenha relevância para a humanidade e mereça reconhecimento internacional, o que recebo não como um privilégio mas como uma árdua responsabilidade. Terei o direito de usar DDG após o meu nome, o qual estará em todas as publicações do IBC como membro do conselho diretor, representando o Continente Americano (América Latina inclusive). Poderei usar papel e envelope timbrados do IBC, entre muitas outras prerrogativas. Semanas mais tarde recebo outras cartas do IBC, entre elas uma me assegura que menos de 1 entre 1.000 biografados recebem os convites que eu recebi e me convidam para a Legião de Honra do IBC. Mais uma vez, além de manifestar publicamente a minha gratidão, renovo a promessa de dedicar o melhor de mim mesmo a todas as instituições que me distinguiram com o privilégio de me fazer membro, esperando honrá-las com meu trabalho e minha dedicação.
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Caso este trabalho não se tornasse conhecido, algum dia alguém entenderia minhas palavras. De forma cifrada, os conceitos estão todos aqui. Mas, poderão decorrer décadas até que alguém entenda o que eu escrevi. Infelizmente, acredito que a Humanidade não tenha mais este tempo todo. Albert Einstein com sua genialidade falava que a gravidade provoca uma deformação no Espaço. Passou mais de meio século até que eu dissesse:
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- Gente, isto é quarta dimensão! Isto só pode ser entendido no Hiperespaço!
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